Médico vascular aplicando escleroterapia em perna com vasinhos em clínica moderna

As varizes e vasinhos nas pernas são um problema que incomoda milhões de brasileiros todos os dias. Não se trata apenas de beleza ou vaidade: sintomas como dor, inchaço, sensação de peso e até vergonha de mostrar as pernas afetam a autoestima e limitam o dia a dia. Segundo dados da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular e do Ministério da Saúde, aproximadamente 38% dos adultos brasileiros apresentam varizes, número que chega a 70% entre os idosos. Se considerarmos microvarizes e vasinhos, esse índice se aproxima de 70% entre os adultos. Ou seja, é muito comum sentir-se desconfortável e procurar alternativas para tratar o problema.

No contexto das Clínicas ATTA, acreditamos que saúde vascular, bem-estar e confiança andam lado a lado. Neste guia, vamos tirar as principais dúvidas sobre a escleroterapia, explicar as diferentes técnicas, riscos, vantagens e cuidados, além de mostrar como o tratamento evoluiu e por que inovar é fundamental.

Vasinhos e varizes: o incômodo vai muito além da aparência

Para entender a importância dos tratamentos modernos, precisamos separar os dois principais tipos de vasos:

  • Vasinhos (telangiectasias): São vasos bem finos, superficiais e avermelhados ou arroxeados, visíveis a olho nu, geralmente sem sintomas.
  • Varizes: Veias dilatadas, tortuosas, azuladas e calibrosas, frequentemente acompanhadas de dor, inchaço, câimbras ou sensação de peso nas pernas.

Ambos afetam diretamente a autoconfiança de quem gostaria de usar roupas mais curtas, participar de atividades ao ar livre ou não sentir dores ao final do dia. Muitas pessoas relatam constrangimento em situações sociais ou profissionais. Não é exagero afirmar que, além do desconforto físico, há um impacto emocional relevante.

Viver bem é também poder escolher o que vestir sem dor ou vergonha.

Incidência e impacto social: o problema é de todos nós

Com base nos dados do SBACV e do Ministério da Saúde, cerca de 70% dos adultos apresentam algum grau de varizes ou vasinhos ao longo da vida. Mulheres são mais afetadas devido a fatores hormonais, gravidezes e predisposição genética, mas homens também enfrentam sintomas e preocupações estéticas.

Iniciativas públicas mostram como o tratamento é relevante com cerca de 10.599 pacientes atendidos no mutirão de varizes da Sesapi, no Piauí, entre dezembro de 2024 e março de 2025 e mais de 8.293 tratamentos cirúrgicos realizados no mesmo período no estado. São ações que demonstram como a busca pelo cuidado vascular é crescente e indispensável na sociedade atual.

O que é escleroterapia e para quem é indicada?

A escleroterapia é um procedimento não cirúrgico feito para fechar vasos castigados sem cortes, sem internação e com rápida recuperação. Ela pode ser aplicada em vasinhos, microvarizes e, dependendo da avaliação médica, até em algumas varizes maiores.

Na prática, consiste na introdução de um medicamento esclerosante (líquido ou espuma) ou na aplicação de laser sobre o vaso, promovendo sua obstrução e reabsorção pelo organismo. É altamente recomendada para quem busca resultados estéticos discretos e alívio dos sintomas, sem necessidade de cirurgia tradicional.

Vale lembrar: somente um médico vascular está apto a indicar e realizar a técnica adequada após examinar o paciente de modo individualizado.

Principais técnicas de escleroterapia: líquida, espuma e laser

As opções mais comuns variam conforme tipo, calibre e localização dos vasos, além do objetivo de cada paciente:

  • Líquida: Uso de esclerosante como polidocanol ou glicose hipertônica, indicado para vasos bem finos e superficiais. É ideal para telangiectasias e certos microvasos, principalmente em pessoas com pele sensível.
  • Espuma: Mistura do agente químico com ar, formando microespuma de alta aderência ao vaso. Indicada para microvarizes e algumas varizes mais calibrosas. É a técnica aplicada em larga escala no SUS, com resultados positivos em campanhas como a da Policlínica Diamante e o mutirão da Sesapi no Piauí.
  • Laser transdérmico: Utiliza equipamentos (como ND-YAG ou diodo) para emitir energia diretamente sobre o vaso, fechando-o por calor. É excelente para vasinhos finos, regiões sensíveis e pode complementar os métodos tradicionais, elevando o resultado estético.

Recentemente, tecnologias como endolaser e ultrassom vêm revolucionando os tratamentos, trazendo ainda mais precisão e conforto.

Como a escleroterapia é realizada?

É um procedimento que dispensa internação, cortes ou anestesia geral. O paciente permanece acordado, em consultório, e normalmente retorna às suas atividades no mesmo dia.

  1. O vaso a ser tratado é identificado e escolhido junto ao médico.
  2. Aplica-se o esclerosante (líquido, espuma) através de uma microagulha ou o laser diretamente na pele.
  3. Durante a sessão, o desconforto costuma ser mínimo, semelhante à picada de uma agulha.
  4. Em casos de laser, a sensação é de calor rápido, sem cortes ou sangramentos.
  5. Cada área é tratada seletivamente para evitar lesão de tecidos saudáveis.

O tempo total varia de acordo com a extensão do problema, mas sessões costumam durar entre 15 e 40 minutos.

Médico realizando procedimento de escleroterapia em paciente sentada, mostrando ambiente de consultório moderno

Cuidados antes e depois: para garantir o melhor resultado

Mesmo sendo simples, algumas recomendações fazem diferença:

  • Evitar cremes, óleos e hidratantes nas pernas no dia da sessão.
  • Levar meias de compressão se indicado pelo vascular. O uso pode ser orientado após o procedimento para reduzir hematomas.
  • Não tomar sol nas pernas por, pelo menos, duas semanas, para evitar manchas.
  • Evitar exercícios físicos intensos no dia da sessão e no seguinte.
  • Manter-se bem hidratado e acompanhar a evolução dos sintomas.

Após a sessão, é possível notar pequenas equimoses (manchas roxas), vermelhidão ou leve desconforto. Tudo isso tende a desaparecer em até 30 dias. Os resultados finais aparecem geralmente em 2 a 3 meses.

Para mais detalhes após o tratamento moderno de varizes, indicamos a leitura sobre como cuidar das pernas após o tratamento ATTA.

Vantagens da escleroterapia: estética, conforto e autoestima

Ao adotar tecnologias de ponta, como fazemos nas Clínicas ATTA e seguir protocolos modernos, os benefícios são claros:

  • Procedimento minimamente invasivo: Sem cortes, sem pontos, sem internação.
  • Retorno rápido às atividades: Muitos pacientes saem andando normalmente e vão trabalhar no mesmo dia.
  • Baixo risco e poucas contraindicações: O procedimento é seguro quando realizado por profissional habilitado.
  • Melhora dos sintomas: Alívio de dor, peso e desconforto em poucos dias.
  • Resultado estético natural: Permite tratar várias áreas em uma sessão, alcançando pele mais lisa e uniforme.
  • Elevação da autoestima: Sentir-se bem com as próprias pernas devolve liberdade e confiança.
Recuperar a liberdade de vestir o que quiser é sentir-se bem todos os dias.

A escolha por métodos modernos, como a escleroterapia e suas evoluções, reflete nossa missão de unir tecnologia, zelo e resultados surpreendentes à saúde vascular.

Quais são os riscos, efeitos adversos e contraindicações?

Apesar de segura, a escleroterapia pode apresentar raros efeitos colaterais:

  • Hematomas e manchas na pele (temporários)
  • Ardor ou dor local leve após a aplicação
  • Inflamação superficial
  • Pigmentação residual (mancha escura na pele que tende a clarear com o tempo)
  • Trombose superficial (muito rara), principalmente em vasos calibrosos
  • Alergia ao agente esclerosante (extremamente incomum)

São considerados contraindicações:

  • Gravidez
  • Infecções locais ou sistêmicas ativas
  • Histórico prévio de alergia ao esclerosante
  • Trombose venosa profunda
  • Condições específicas avaliadas pelo médico

Por isso sempre insistimos: a avaliação individual é indispensável antes de começar qualquer tratamento.

Tecnologia: aliada do cuidado e da precisão

A evolução tecnológica trouxe grandes avanços na segurança e precisão da escleroterapia. Contamos com recursos como:

  • Ultrassom vascular: Permite mapear vasos invisíveis, identificar refluxos e guiar com precisão as injeções.
  • Laser endovenoso: Ideal para tratar veias safenas e varizes maiores sem cortes. É mais moderno, preciso e preserva a estética, sendo preferível em relação à cirurgia tradicional.
  • Realidade aumentada e 3D: Auxilia na visualização do trajeto venoso, tornando o procedimento ainda mais seguro.

A Técnica ATTA, desenvolvida pelo Dr. Daniel Amatuzi, é referência nacional por reunir esses recursos num protocolo exclusivo – com resultados superiores, recuperação muito mais rápida e níveis de precisão altíssimos, principalmente no fechamento de safenas e grandes varizes.

Caso queira conhecer como essas tecnologias transformam o tratamento de varizes, sugerimos a leitura de nosso conteúdo sobre tecnologia em tratamentos vasculares.

Equipamento de ultrassom vascular e monitor mostrando veias da perna de paciente durante procedimento

O segredo do sucesso: avaliação individual e escolha personalizada

Cada pessoa tem um padrão vascular, rotina e sensibilidade únicos. Por isso, a seleção do método perfeito depende de fatores como espessura do vaso, localização, quantidade, ritmo de vida e objetivos estéticos de cada paciente.

  • Pessoas com muitos vasinhos finos podem se beneficiar do método líquido e do laser.
  • Quem apresenta microvarizes ou veias um pouco mais calibrosas, normalmente opta pela espuma.
  • Casos de varizes de maior calibre geralmente devem ser avaliados para endolaser ou para a Técnica ATTA – sempre priorizando a tecnologia mais moderna para preservar o tecido e evitar cicatrizes.

O segredo está na escuta atenta, no exame detalhado e na personalização do protocolo para cada caso.

Em nosso blog, detalhamos quando optar pela escleroterapia e as alternativas modernas para garantir a melhor escolha.

Resultados esperados e manutenção dos benefícios

Após a escleroterapia, o alívio dos sintomas surge rapidamente: pernas mais leves, menos dor ao final do dia e aparência melhorada já nos primeiros 30 dias. Os resultados finais são visíveis em até 2 ou 3 meses, dependendo da resposta do organismo e do método escolhido.

Importante ressaltar: manter hábitos saudáveis amplifica e prolonga o impacto do tratamento. Atividades físicas regulares, controle do peso, evitar uso prolongado de salto alto, hidratação e meias de compressão em casos especiais são medidas que evitam o reaparecimento dos vasos.

Por isso, posts como o sobre saúde vascular ajudam a manter a saúde e os resultados conquistados.

Conclusão: cuidar de varizes e vasinhos é dar um passo para o bem-estar

Cuidar das pernas é um investimento no nosso bem-estar físico e emocional. A escleroterapia moderna, realizada de modo personalizado, devolve a confiança, a vontade de mostrar as pernas e permite aliviar dores que limitam o dia a dia. Em nossas Clínicas ATTA, unimos tecnologia, capricho, saúde, zelo e estética em protocolos que respeitam cada paciente e priorizam sua recuperação.

Recomendamos sempre: busque informação de qualidade, confie só em profissionais habilitados e escolha tratamentos seguros e modernos como a Técnica ATTA, que coloca sua saúde e autoestima em primeiro lugar. Procure um especialista certificado e dê o próximo passo rumo à confiança e liberdade!

Conheça nossas clínicas, entenda como podemos ajudar e descubra o verdadeiro significado de ser bem cuidado. Agende sua avaliação e experimente o cuidado exclusivo das Clínicas ATTA.

Perguntas frequentes sobre escleroterapia

O que é escleroterapia em varizes?

Escleroterapia é um tratamento não cirúrgico utilizado para eliminar vasinhos e microvarizes através da aplicação de substâncias esclerosantes ou da energia do laser, levando ao fechamento dos vasos indesejados. É uma alternativa segura e eficiente recomendada para estética e alívio dos sintomas causados pelos vasos dilatados.

Como funciona o procedimento de escleroterapia?

A escleroterapia funciona com a injeção de um líquido, espuma ou a aplicação do laser diretamente no vaso a ser tratado. Isso provoca o fechamento do segmento venoso, que é absorvido naturalmente pelo organismo após algumas semanas. O médico avalia, seleciona o método mais adequado e executa o procedimento em consultório, sem cortes ou pontos.

Escleroterapia dói ou causa desconforto?

Na maioria das vezes, a escleroterapia causa apenas leve desconforto, como uma picada de agulha ou uma sensação rápida de calor na pele. Eventualmente, pode ocorrer ardência local ou pequenas manchas, que desaparecem com o tempo. O método é considerado praticamente indolor quando comparado a cirurgias tradicionais.

Quais são os riscos da escleroterapia?

Os riscos possíveis incluem hematomas, manchas temporárias na pele, leve dor local, inflamação superficial, trombose superficial (muito rara) e, em casos muito incomuns, reação alérgica ao esclerosante. Grávidas, pessoas com infecção ativa, alergia conhecida ao agente, trombose venosa profunda e situações específicas avaliadas pelo médico não devem realizar o procedimento.

Quanto custa uma sessão de escleroterapia?

O preço de uma sessão de escleroterapia varia de acordo com a técnica escolhida, a extensão do tratamento e a região do país. Técnicas com espuma podem ser disponibilizadas gratuitamente no SUS em campanhas e mutirões como os realizados no Piauí. No setor privado, valores variam conforme complexidade, método e experiência do profissional.

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